Sugestão: clássicos da Literatura

Como definir o que é um clássico da literatura? essa discussão pretendo deixar para um encontro do Clube, mas listo aqui três livros que na minha concepção estão incluídos nos clássicos, e que em algum momento será muito proveitoso discutir.

ImagemUm Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens : foi lançado em 1859 e trata de temas como culpa, vergonha e retribuição. A principal fonte para Dickens escrever o livro com fundo histórico é The French Revolution (A Revolução Francesa), de Thomas Carlyle. A narrativa é extrarodinariamente dependente da correspondência como meio de avançar o fluxo de acontecimentos, e apesar de não ser uma obra epistemológica, percebe-se rapidamente que a troca de correspondências forma um centro impulsionador para a maior parte do desenvolvimento da narrativa. O livro cobre o período entre 1775 e 1793, da Independência americana até o meio do período da Revolução francesa.

Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf, foi publicado em 1925. Passa-se durante um único dia, no qual Mrs. Dalloway prepara uma recepção em sua casa, na ImagemInglaterra pós-primeira guerra mundial. Ao longo do dia, o romance acompanha as atividades e, principalmente, os pensamentos de algumas pessoas cujas vidas de algum modo se relacionam com Clarissa (Mrs.) Dalloway e sua festa.
Esse romance ficou conhecido pelo filme As Horas, baseado na obra homônima de Michael Cunningham. Ele conta várias histórias, mescla a vida da própria autora numa personagem e coloca algumas particularidades de Mrs. Dalloway numa dessas histórias – são nesses casos que sugiro um encontro misturando livros com filmes ;).

ImagemO Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. O romance, de forte cariz estético, conta a história fictícia de um homem jovem chamado Dorian Gray na Inglaterra aristocrática e hedonista do século XIX, que torna-se modelo para uma pintura do artista Basil Hallward. Dorian tornou-se não apenas modelo de Basil pela sua beleza física (um “Adônis que se diria feito de marfim e pétalas de rosa”), mas também tornou-se uma fonte de inspiração para outras obras e, implicitamente no texto, uma paixão platônica por parte do pintor. Mas o seu retrato, que Basil não quer expôr por ter colocado “muito de mim mesmo”, foi sua grande obra-prima.

E então? Alguém já leu algum dos livros? Tem vontade de debater em algum dos encontros? :)

|As resenhas foram retiradas parcialmente da Wikipédia|

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